Marcas, Pesquisa, Trends

A reação da Sony

Foi avassalador. Assim que anunciado o preço do PlayStation 4 no Brasil, uma avalanche de críticas começou na internet. Pensei que isso daria um bom artifício para, muito rapidamente, nos fazermos algumas perguntas. (se ainda não está totalmente por dentro da história, leia esse resumo)

Com o ocorrido, a divisão de inteligência da GRCO, detectou que a expressão “absurdo” foi a mais associada à palavra “PlayStation 4″, quando o universo das menções no Facebook e no Twitter eram relacionadas ao preço.

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Interessante um post irônico que diz que “quase o estão convencendo a comprar o produto concorrente”.

Em seguida, vieram as especulações sobre o porquê do valor do console. Incrível é que, neste mesmo período, a busca pelo termo “impostos” acompanhou o crescimento do termo “PlayStation”.

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Como toda empresa deveria fazer, a Sony estava ouvindo as pessoas na internet. É claro que com uma repercussão assim seria impossível não notar, mas o quanto antes detectada a tendência, mais tempo têm-se para trabalhar na reação. Mesmo que tardiamente, pois o episódio já havia virado “assunto”, a Sony se moveu e “conversou” com as pessoas pelo mesmo meio em que o assunto surgiu, a internet.

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De qualquer forma, pelo tempo que se passou (sim, tudo é muito rápido) a discussão já estava posta. E agora veículos e pessoas começam a pesquisar um pouco mais sobre o assunto, o histórico. Uns tomam o lado da empresa, outros a vêem como exploradora. E muitos partem para o concorrente, como forma de punição.

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Mas, pra gente aqui neste post rápido, o que interessa é fazer uma reflexão, tendo como exemplo uma marca média. E se algo do tipo tivesse acontecido com sua marca? O que você faria?

Na verdade, a primeira pergunta deveria ser: Você ficaria sabendo? Se sim, seria a tempo de se planejar e dar respostas satisfatórias, com capacidade de evitar qualquer prejuízo à sua marca?

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Marcas

20 marcas que mudaram seus logotipos em 2013

Rebrand

Da Exame.com

O ano de 2013 já está marcado pela mudança da identidade visual de marcas de diferentes setores. Nesta terça-feira, foi a vez do Bing, aposta da Microsoft nos buscadores, engrossar uma longa lista de renovações de imagem ao lado de Facebook, Volkswagen, Yahoo e Nivea.

As reformulações podem ser apenas ajustes estéticos, seguindo a tendência que abre mão de sombras e efeitos de profundidade, como o caso do Firefox, ou grandes adaptações à novas realidades de mercado, como é o exemplo da Motorola. Confira na matéria da Exame.com, o antes e depois de cada redesign.

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Comportamento, Marcas, Opinião, Trends

Advertainment

Acredito em propaganda. Mas não mais na tradicional – que vem sendo feita há décadas – pelo simples fato de que as pessoas mudaram.

Acredito no que uns chamam de advertainment, outros de ad content, outros de storytelling e diversos outros nomes. Esses termos designam esforços de comunicação focados em prender a atenção das pessoas, contando uma história que, em última instância, objetiva vender as marcas, seus produtos e serviços. Mas antes disso pretendem obter a simples atenção das pessoas e fazer com que nelas se cristalize uma simpatia à aquele esforço e a marca envolvida.

Vários são os exemplos desse tipo de propaganda, desde Joseph Goebbels com seus filmes que glorificavam o Reich até alguns atuais como o desse vídeo que ilustra esse post.

Montadoras não costumam revelar nada de um carro enquanto ele não está 100% pronto para a venda. Mas a Porsche quebrou com esse costume e produziu um vídeo de 10 minutos em que conta tudo – coisas positivas e negativas – que aconteceu no desenvolvimento do modelo 2012 do 911.

O que fica nesse tipo de esforço é admiração e uma sensação de proximidade com a marca. E isso não vale só para produtos que são objetos de desejo. Vale para qualquer coisa. Não seria legal, por exemplo, se uma marca de móveis desconhecida contasse uma história bacana, bem escrita e filmada, sobre sua nova linha de produtos? Como foi desenvolvida, os desafios que tiveram, as coisas que se orgulham, os momentos bons e ruins envolvendo as emoções dos colaboradores, as noites regadas a café, a realização de ver o produto pronto etc.

Eu assistiria a uma “propaganda” assim com prazer, enquanto que meus olhos já ignoram totalmente outros tipos de inserções.

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Comportamento, Geral

Big \social/ Data

Você já parou pra pensar o que se produz/fala/recomenda/critica/cria/comenta/compra/vende/ posta/reposta/bloga/rebloga/curte/compartilha em 1 minuto? Dá uma olhada nesse infográfico que nos dá uma amostra disso. Nós estamos – há tempos – acompanhando e criando maneiras de extrair inteligência disso tudo, seja para aplicação social, política, corporativa e mercadológica.

1min

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Conceito, Marcas

Discurso que engaja

“As pessoas não compram o que fazemos, mas sim o porquê fazemos.”

Segundo Simon Sinek, a maioria dos grandes e inspiradores líderes e organizações do mundo, da Apple a Martin Luther King pensa, age e se comunica exatamente da mesma forma. E essa maneira singular de pensar dessa minoria é o completo oposto das outras pessoas e organizações.

No TEDTalks: “Como os grandes líderes inspiram à ação”, Sinek explica a lógica dos poderosos discursos de personalidades e grandes marcas e como usá-la para promover o engajamento de pessoas, segundo sua teoria.

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Comportamento, Marcas, Pesquisa

Marcas: conhecimento versus envolvimento

Quem trabalha com internet, principalmente com monitoramento e sentimento do consumidor, sabe que o ativo de maior valor para uma marca é o seu capital social (reputação, recomendação, simpatia e defesa).

A mais recente pesquisa TopBrands mostra exatamente isso: não basta ser conhecida, tem de ser defendida pelo cliente.

A primeira marca que vem à cabeça de uma pessoa nem sempre é a que ela recomenda aos amigos. Um estudo feito pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e pela consultoria TopBrands com 2.020 pessoas em oito capitais elaborou um ranking de empresas “top of mind” por categoria e outro com aquelas que têm mais defensores entre os clientes. Na maioria dos casos, as marcas mais conhecidas não são as “queridinhas” dos consumidores. Taí a grande diferença entre recall de marca e carinho pela marca.

Por exemplo, no caso dos bancos, o Itaú foi o primeiro nome citado por 29% dos entrevistados. Já a Caixa Econômica é a que tem mais defensores entre os clientes – 62%. A pesquisa define como “defensor” aqueles que, além de comprar, recomendam e defendem a marca.

As marcas têm boas razões para tentar ser as queridinhas dos consumidores. Segundo a pesquisa, 84% das pessoas foram fiéis a suas marcas preferidas nos últimos 12 meses. E a principal razão para a troca de marca foi a indicação de amigos, em 29% dos casos, superando o preço (23%).

Veja matéria publicada no Meio e Mensagem sobre a pesquisa.

Já há algum tempo, o conceito “Lovermarks”, da Saatchi & Saatchi, trouxe luz ao tema, derivando outros vários conceitos.

Marcas e Lovemarks

Com material do Estadão.
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Geral

iMessage, Contatos, WhatsApp e o 9º dígito

A inclusão do 9º dígito aos celulares pode trazer algumas complicações. Tentei aqui neste post resumir as soluções para as dificuldades que eu tive. Espero que lhe seja útil também.

Contatos
A primeira que eu notei foi, obviamente, a necessidade de um app para atualizar automaticamente meus contatos. Claro que isso seria uma questão de fácil resolução se eu não usasse o protocolo Exchange para sincronizar meus mais de 3 mil contatos (eu sei, é um exagero). Bem, os únicos apps que funcionaram para a minha condição foram os da Oi e um chamado Add9ForMe. Tudo se resolveu com esses dois apps.

WhatsApp
Na primeira vez que aconteceu a inclusão do 9º no DDD 11, houve muita confusão. Bem, agora, ao que tudo parece, o WhatsApp se preparou pra mudança e aparentemente não há a necessidade de fazer nada. Segundo a empresa, a mudança será automática, a partir de um update do app.

iMessage
Trocando mensagens com pessoas que têm iMessage, vi que a cor do “Send” estava verde, e eu estava mandando todas as mensagens como SMS. Daí fui ver como resolver esse problema. Super fácil; basta seguir os passos abaixo.

1 – Vá em Ajustes e na opção Telefone;
2 – Em Telefone, adicione o dígito 9 no número do (seu) telefone celular na opção Meu Número;
3 – Em seguida, volte para a tela de Ajustes e vá em Mensagens;
4 – Desative o iMessage, espere uns alguns segundos e reative;
5 – Reinicie o dispositivo.

iMessage dígito 9

iMessage dígito 9

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